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A Bandeira Nacional
Após a instauração do regime republicano,
um decreto da Assembleia Nacional
constituinte datado de 19 de Junho de 1911,
Publicado no Diário do Governo nº141
do mesmo ano, aprovou a Bandeira Nacional
que substituiu a Bandeira da Monarquia
Constitucional. Este decreto teve a sua
regulamentação adequada, publicada no diário
do Governo n.º 150 (decreto de 30 de Junho).

A Bandeira Nacional é bipartida verticalmente
em duas cores fundamentais, verde escuro e
escarlate, ficando o verde do lado da tralha.
Ao centro, e sobreposto à união das cores,
tem o escudo das armas nacionais, orlado
de branco e assentado sobre a esfera armilar
manuelina, em amarelo e avivada de negro.

O comprimento da bandeira é de vez e meia a
altura da tralha. A divisória entre as duas cores
fundamentais deve ser feita de modo que
fiquem dois quintos do comprimento total
ocupados pelo verde e os três quintos restantes
pelo vermelho. O emblema central ocupa
metade da altura da tralha, ficando equidistante
das orlas superior e inferior.

 

   
 

Constituição heráldica das armas, sêlo e Bandeira do Município de Sernancelhe


Armas de negro, com torre torreada de prata, aberta e iluminada de vermelho, acompanhada por duas espigas de trigo de prata. Em chefe, uma cruz da Ordem de Malta do mesmo metal. Em contra chefe três faixas ondados de prata e uma de Azul.

Coroa mural de prata de quatro torres. Listel branco com os dizeres: Vila de Sernancelhe.

(Portaria n.º8676 de  26 de Abril de 1937)

 

O Hino Nacional: A Portuguesa

Heróis do mar, nobre povo,
Nação valente, imortal,
Levantai hoje de novo
O esplendor de Portugal!
Entre as brumas da memória,
Ó Pátria, sente-se a voz
Dos teus egrégios avós,
Que há - de guiar-te à vitória!

Às armas, às armas!
Sobre a terra, sobre o mar,
Às armas, às armas!
Pela Pátria lutar
Contra os canhões marchar, marchar!

 


Brazão do Exército


Brazão da Força Aéria


Brazão da Marinha

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